segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Mulheres! 40 anos... 40 aprendizados!



É fato: quando mais velhos, mais maduros ficamos, mais aprendizados adquirimos, mais certezas temos. Abaixo segue 40 coisas que aprendi ao longo dos meus 40 anos:

1. As rugas aparecerão de qualquer forma, então que seja pelo excesso de riso.

2. Os exercícios são fundamentais, mas muito mais para a saúde do que para a estética.

3. Filtro solar passa a ser item mais indispensável que o rímel.

4. Nasce o amor por plantas e outros animais.

5. Livros são nossos maiores companheiros

6. Tomar um vinho com o marido é mais importante que deixar a casa limpa.

7. Começamos a desejar os netos, já que os filhos cresceram e criaram asas.

8. Nenhum bom horóscopo supera um versículo da Bíblia.

9. Doar nosso tempo por uma causa maior, enche-nos mais de alegria do que um novo par de sapatos.

10. Julgamos menos, entendemos mais.

11. Falamos menos, escutamos mais.

12. Preferimos ocupar nossa mente em um curso de crochê, do que em um curso de uma nova língua estrangeira.

13. Baladas são substituídas por reuniões com os bons amigos, na sala de casa.

14. Colunas e joelhos existem e também fazem 40 anos. Às vezes,80 anos.

15. Cabelo longo e trabalhoso dá espaço para o curtinho prático.

16. Não nos apegamos a clichês.

17. A simplicidade passa a ser artigo de luxo. Mais é menos!

18. Um cochilo rápido depois do almoço é revigorante.

19. Não nos preocupamos com opinião alheia.

20. Nossa felicidade é nossa maior meta.

21. Nossas preferências e gostos mudam muito. Ainda bem!

22. O preço da Conta de luz e da gasolina nos deixam mais inconformados que o final daquele seriado.

23. Chamar um amigo para uma cerveja, por vezes, é trocado por um convite para um café.

24. Chá existe! É mais gostoso que refrigerante e tem de vários sabores.

25. “Na minha época” se torna uma frase frequentemente usada.

26. Cachorros compensam, em partes, a ausência dos filhos.

27. Adquirir inteligência emocional e espiritual se torna mais importante que ter o carro do ano.

28. Caminhar e escutar o canto dos pássaros, tem quase o mesmo efeito calmante que um brigadeiro

29. Brigadeiro é sempre brigadeiro! Na infância, na adolescência e na maturidade. Isso não muda!

30. Sair de casa levando um casaco e uma sombrinha torna-se algo rotineiro.

31. Ser cuidada pelo marido, quando aquela gripe chega, tem mais valor que declarações de amor acaloradas.

32. O desapego é um fato libertador. Nada é nosso, tudo é passageiro.

33. Ciúmes?! Só se for das tupperware que nunca voltam.

34. Comprometimento, cumplicidade e parceria são valores muito mais valiosos em um casamento, do que um rostinho bonito e um corpo malhado.

35. Intensidade é substituída por calmaria.

36. Criamos o hábito de fazer lista para tudo.

37. Rir de nós mesmos é nossa melhor diversão.

38. Aprendemos a comemorar cada pequena vitória.

39. Importamos cada vez mais com o próximo.

40. Enfim… fazemos as pazes com nós mesmos, com nosso passado e com nossos medos.
Por: Aninha Valente em O Segredo

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

O que caracteriza a inveja?



A inveja é uma emoção social dolorosa em relação a algo que é produto de uma relação de desigualdade. Como já mencionamos, ela está relacionada às comparações sociais e à avaliação do nosso eu. Por isso, às vezes podemos nos referir à inveja como um termômetro social que nos permite medir nosso status social e tomar medidas caso estivermos em uma posição da qual não gostamos.
Mesmo que em alguma situação a inveja seja expressa abertamente como um sinal de admiração (“Que inveja!”), o mais comum é esse sentimento ser ocultado. Nesse sentido, ocultar a inveja faz parte do nosso protocolo social. Esse fato desempenha duas funções: de um lado, evita que o invejoso torne sua carência pública, protegendo-se assim de uma possível desvalorização do eu; e de outro lado, para evitar que a pessoa invejada se sinta ameaçada.
O objeto da inveja pode estar representado em uma grande variedade de elementos. Pode envolver posses, mas também características pessoais ou reconhecimentos. Independentemente do que for, vai adquirir a característica de objeto da inveja quando for desejado por uma pessoa que não o possui e o identifica em outra. O desejo pode surgir, em grande parte, pela tentativa de restaurar uma posição de inferioridade ou desvantagem. Ou seja, não pelo que o objeto é, mas pelo que o objeto representa.
No entanto, como podemos reagir quando o sentimento da inveja surge em nós? É aqui que entram os dois tipos de respostas invejosas e suas consequências, das quais falamos a seguir.
Tipos de inveja
Podemos dizer que existem duas grandes vertentes na hora de definir o que caracteriza a inveja: podemos falar de uma benigna e uma maligna (também conhecida como schadenfreude). A inveja benigna surge quando o invejoso sente mal-estar pelo bem-estar ou pelo sucesso do outro, mas não deseja coisas negativas ao outro. O comportamento decorrente desse tipo de inveja será tentar melhorar sua posição social. Ele vai conseguir fazer isso através da aquisição do objeto da inveja sem tomar medidas contra o invejoso.
Na maligna, pelo contrário, além do mal-estar pelo sucesso, existem desejos ruins em relação ao invejado. Portanto, já não vamos ver comportamentos de melhora: vão ocorrer tentativas de depreciar o valor do objeto da inveja, ou, até mesmo, tentativas de diminuir o status do invejado, tirando dele o objeto.
Ambos os tipos de inveja buscam o mesmo, o invejoso quer ter um status igual ou superior ao do invejado. Na maligna, o objetivo é conquistar diminuindo o status do invejado e, na benigna, aumentando o status do invejoso. Embora a primeira tenha uma natureza pró-social, não se pode esquecer de que o schadenfreude também é uma emoção muito presente nas nossas vidas.
Uma pergunta para refletir: quando invejamos outra pessoa, o que predomina em nós, uma inveja benigna ou schadenfreude?
Por: A grande arte de ser feliz