O tempo de vida é aquilo que de mais precioso temos, portanto Pare....Respire e Aprecie...tudo de melhor que a vida possa te oferecer.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018
sábado, 24 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Jeito de dormir determina se você acorda com o rosto inchado ou fininho e sem olheira
São
os líquidos que circulam por fora das células do organismo, conhecidos como
extracelulares, os principais responsáveis por deixar algumas partes do corpo
e, principalmente, o rosto inchado ao acordar pela manhã ou após passar muitas horas deitado.
Entenda
melhor como o jeito que você dorme influencia nesse processo.
Posição
faz rosto inchar durante sono: Em um indivíduo adulto,
esses líquidos extracelulares representam 20% de seu peso total, em média. Para
ajudar, quando dormimos, há uma retenção natural dos fluídos do nosso corpo já
que ele passa algumas horas com o metabolismo e fluxos desacelerados.
É que a posição em
que se dorme normalmente na horizontal deixa a musculatura do vaso sanguínea
relaxada, o que torna a circulação sanguínea do corpo mais lenta.
O rosto acaba sendo bastante
afetado na região das pálpebras, justamente por ser a zona mais vascularizada,
o que gera maior retenção de água.
Além
disso, na posição horizontal, a distribuição dos líquidos extracelulares
acontece de uma maneira mais uniforme por todo o corpo, inclusive na cabeça e,
consequentemente, nas pálpebras inferiores e superiores.
No entanto, segundo a
dermatologista Vanessa Metz, há pessoas com mais propensão e posições que
facilitam a retenção de líquido à noite. Dormir de bruços, por exemplo,
contribui para o inchaço já que a pressão do rosto exercida sobre o travesseiro
dificulta ainda mais a circulação dos fluidos.
Tire proveito de dormir bem!!!
Por: Jaqueline Rodrigues em Vix
Por: Jaqueline Rodrigues em Vix
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
O PODER DA MENTE DISTRAÍDA
Se você nunca entrou no chuveiro
de meias; nunca esqueceu uma panela no fogão; jamais compareceu a um
compromisso no dia, horário ou local equivocado; nunca mandou mensagem para a
pessoa errada (ai minha Nossa Senhora da Saia Justa!); nunca pagou duas vezes a
mesma conta e deixou de pagar outra; jamais trocou o nome do namorado ou
namorado; nunca perdeu as chaves do carro, o guarda-chuva ou o celular; jamais
sentou na cadeira errada do cinema, com absoluta certeza de que era a certa;
nunca pegou o carrinho alheio no supermercado e só foi descobrir algumas
voltinhas depois… Chiiiii… Esse texto não é para você. Ou será que é?
A perturbadora verdade, meu
incauto leitor, é que mais da metade da população do planeta sofre de
distração. E essa é uma excelente notícia! Assim, antes de começar a comemorar
o fato de não se enquadrar nessa estatística, saiba que os distraídos são mais criativos,
têm mais facilidade a ter empatia pelo outro, são mais flexíveis, leves,
amáveis e inteligentes. É… Pois é!
A capacidade de ignorar estímulos sem importância no entorno,
configura uma vitória de nossa organização biológica sobre o ambiente. Esse
atributo é conhecido como diminuição da inibição latente; e, graças a ele,
nossos ancestrais mais dispersos foram capazes de sobreviver a situações
perigosas. O fenômeno é explicado por uma lógica bastante simples: caso nosso
amigo do passado caminhasse pelos campos tentando absorver atentamente tudo ao
seu redor, só perceberia a aproximação do predador quando já fosse tarde
demais, posto que permanecesse tensa dada a importância que confere a todos os
estímulos. Em contraponto, aqueles que conseguem abstrair ruídos e
movimentações irrelevantes, têm a sua atenção atraída quando algo realmente
importante desperta seu interesse, foco e capacidade de reação, sendo capazes
de tomar decisões mais rápidas e eficientes.
MUITO MAIS CRIATIVOS: Estudos realizados pelo Departamento de Psicologia da Universidade de
Harvard apontam para uma descoberta interessante: a criatividade aparece muito
mais desenvolvida naqueles indivíduos que liberam a mente para vagar por aí,
alternando essas “viagens” com períodos de pensamento focado e consciente. Essa
alternância torna os distraídos mais aptos a resolver problemas, quer sejam
reais ou de proposição fictícia. O estudo revela ainda que, esse processo de
criação apresenta um sistema cerebral semelhante à ação da neurotransmissora
Dopamina, cuja liberação gera impulsos elétricos entre os neurônios e aumenta a
atuação das áreas do cérebro responsáveis pela motivação, cognição e memória de
trabalho. A pesquisa explica que a Dopamina tende a promover processos
cognitivos oriundos da conexão entre ideias, saberes e percepções; além de
propiciar a ampliação na interpretação de fatos e conceitos, o que leva a
escolhas mais criativas diante de imprevistos e situações inusitadas.
GRANDES SACADAS: Mas caso você
não tenha tido a sorte de ser contemplado com uma cabeça que vive nas nuvens,
nem tudo está perdido. De acordo com pesquisas realizadas na Universidade
British Columbia, no Canadá, há diversas formas de criar um ambiente de
pensamento menos engessado para o cérebro.
A Universidade Canadense
questiona, por exemplo, a validade da estratégia do Brainstorming, por meio da
qual um grupo vai lançando uma chuva de ideias, preocupando-se em manter o foco
num assunto determinado, sem a crítica imediata dos participantes sobre elas.
De acordo com o estudo, uma ideia rebatida por outra, espontaneamente – pautada
em um ponto de vista opositor – eleva o patamar de pensamento de todos os
envolvidos na tarefa. Sendo assim, a discussão menos formal e regida por
pensamentos mais soltos e instintivos, abririam horizontes para novas
interpretações e estabelecimento de relações.
Outras revelações vêm somar-se ao
estudo. O uso de folhas de papel azul, por exemplo, facilita o surgimento de
“ideias luminosas”, pela associação com a amplitude do céu e do mar,
proporcionando à mente o relaxamento necessário às descobertas e associações. A
cor vermelha deve ser usada em registros cuja memorização e atenção seja o
principal objetivo; no entanto, essa mesma cor inibe o processo criativo, posto
que lembre perigo e advertência. Assim como o papel azul, o banho ou atividades
livres na água favorecem a ampliação do pensamento, já que o contato do corpo
com esse elemento aumenta a quantidade de ondas cerebrais Alfa, ligadas às
manifestações cognitivas.
RIR SEM ECONOMIA: Em função de sua postura menos tensa e mais flexível diante da vida, os
distraídos costumam, também, rir com mais frequência; são capazes, inclusive,
de rir dos próprios erros, o que é altamente indicado para manter a mente
relaxada e saudável. Uma boa e gostosa gargalhada libera endorfina, aumenta a
frequência cardíaca, reduz a pressão arterial, eleva o fluxo sanguíneo e
diminui a tensão muscular, provocando aquela deliciosa sensação de moleza.
Enquanto a raiva e a seriedade excessivas aumentam a pressão arterial e os
índices de colesterol, promovendo uma maior incidência de problemas
cardiovasculares. Sendo assim, ria com gosto! Não economize boas gargalhadas e
fuja de testas franzidas e caras emburradas.
Os cientistas John Kounios, da
Universidade Drexel, e Mark Beeman, da Universidade Northwestern – as duas nos
Estados Unidos – garantem que o riso melhora em até 20% a nossa capacidade de
não entrar em pânico diante de situações inesperadas, e aumenta a nossa
disposição a realizar tarefas para as quais não nos consideramos muito apta. O
riso alivia a tensão e a ansiedade induzidas por situações de perigo e remete a
emoções positivas de prazer. Assim, é realmente oportuno dizer que “o riso é um
excelente remédio”.
GENTE DO BEM:
Caso você seja um distraído e tenha lido o texto até aqui, deve estar se
sentindo redimido das tantas vezes em que foi resumido às coisas que perdeu os
compromissos que esqueceu ou a tudo que não ouviu porque “vive no mundo da
lua”. Nesse caso, trate mesmo de abrir um enorme sorriso e comemorar a sua
maneira mais leve de existir nesse mundo. É que além de serem mais criativos,
inteligentes e interessantes, os distraídos possuem também uma maior capacidade
de ter empatia pelos outros. E isso, pode acreditar, não é pouca coisa! Ter
empatia é ser capaz de ir viver um pouquinho dentro do outro, sentir a dor que
ele sente o prazer que ele sente o medo, a alegria e a tristeza, sem
julgamentos mesquinhos. Os distraídos são assim, não prestam atenção às grandes
coisas importantes no mundo dessa gente prática, enérgica e altamente
produtiva; mas são capazes de oferecer a sua atenção principalmente àqueles que
já tenham se acostumado com a invisibilidade, que só quem é “diferente” é capaz
de compreender.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
6 hábitos para melhorar a vida sexual
Quer
conhecer alguns hábitos para melhorar a vida sexual? Ter uma vida sexual ativa
é um dos aspectos que influenciam
fortemente o humor, a saúde emocional e o bem-estar físico.
Embora
associemos relações sexuais com prazer e reprodução, seus benefícios vão, além
disso, e, de fato, podem comprometer as funções de vários sistemas corporais
importantes.
Além
disso, é importante notar que o
sexo é um dos pilares mais importantes dos relacionamentos,
não só porque fortalece os laços sentimentais, mas também porque melhora a
comunicação e a confiança.
O
problema é que às vezes a libido pode diminuir e, uma vez que se reduz o
desempenho sexual ou a plenitude não é alcançada, começam a aparecer
inconvenientes.
Por
esta razão, é importante manter um estilo de vida saudável e colocar em prática alguns
hábitos para melhorar a vida sexual.
Em
seguida, queremos compartilhar os 6 principais para que você não hesite em
torná-los parte de sua vida.
Descubra-os!
Hábitos
para melhorar a vida sexual
1. Ter uma dieta saudável: Embora
à maioria das pessoas ignore este fato, bons hábitos alimentares influenciam a libido e o
desempenho sexual.
2. Gerenciar o estresse: O estresse é um dos principais
inimigos da vida sexual, tanto dos homens quanto das mulheres.
O
trabalho excessivo, as discussões entre o casal e os problemas financeiros
podem afetar o humor e diminuir o desejo sexual.
A
falta de controle aumenta a sensação de fadiga física
e, embora não percebamos isso, também influencia nos descontroles de alguns hormônios.
Devido
a isso, é essencial resolver este problema com terapias de relaxamento,
descansando e fazendo atividades prazerosas.
3.
Fazer exercícios físicos:
Todos aqueles que estão passando por uma crise devem
levar em conta os múltiplos benefícios do exercício físico para o campo sexual.
Este hábito, que melhora muitos aspectos da saúde física, aumenta a produção de
hormônios do bem-estar e, com isso, melhora a libido.
A
sua prática diária mantém os hormônios em equilíbrio, tais como a serotonina e
endorfinas, ambas associadas à relações sexuais
prazerosas.
Eles
também ajudam a fortalecer os músculos em todo o corpo e a melhorar o desempenho físico, o que
ajuda a alcançar relacionamentos mais duradouros.
Na
verdade, essas atividades focadas no fortalecimento do assoalho pélvico podem
ajudar em casos de disfunções sexuais, como vaginismo e anorgasmia.
4.
Evitar o cigarro: Um
grande número de casos de pessoas com problemas na vida sexual tem relação com
o hábito de fumar.
As
disfunções sexuais, bem como a diminuição da libido, podem ser produzidas pelos efeitos das
toxinas contidas no cigarro.
Essas
substâncias comprometem a atividade dos hormônios sexuais e, como afetam a
circulação, também interferem
no funcionamento dos órgãos
reprodutores.
5.
Evitar relacionamentos tóxicos: O plano emocional é um pilar muito
importante no campo sexual e, portanto, ter uma relação tóxica pode nos impedir
de atingir a plenitude.
Nos
relacionamentos, é necessário sentir confiança, cumplicidade e amor de
forma mútua, pois são componentes que levam a um melhor entendimento durante as
relações sexuais.
Aqueles
que são vítimas de pressão, chantagem ou violência por parte de seu parceiro
não apreciam o ato sexual e, de alguma forma, fazem isso obrigados.
É
essencial identificar esses comportamentos, pois sua falta de controle pode gerar
impactos físicos e emocionais na vítima.
6.
Melhorar a informação sexual
É
verdade! A educação sexual é fundamental para melhorar a vida sexual em todos
os aspectos.
Ela
não só nos permite saber como melhorar o ato sexual como tal, mas ajuda a promover o autoconhecimento de
nossos corpos e os elementos necessários para atingir a
plenitude.
Por
outro lado, é um componente essencial para a saúde reprodutiva, pois não só
fornece informações sobre a gravidez, mas também ajuda a conhecer as práticas
arriscadas e métodos para evitá-las.
Claro,
além dos hábitos para melhorar a vida sexual citado aqui, há muitas outras
coisas importantes que
devem ser consideradas quando algo está errado.
Ter
uma boa comunicação com o parceiro e sair da rotina são
outros componentes adicionais que também ajudam a melhorar.
Tenham
em mente essas recomendações, independentemente de estarem tendo ou não
dificuldades em seu relacionamento.
Por: Melhor que Saúde
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Se não puder falar bem de alguém, cale-se!
Se
existe algo que tenho aprendido com a idade e com o passar dos anos, é a arte
de conviver. E olha que antes de aprender, a gente erra muito, erra feio.
Porém, com o tempo e alguns enganos, vamos adquirindo certo tipo de elegância e
polidez que vão além da educação. É algo sutil, mas que faz muita diferença, e
que começa com a capacidade de ouvir mais do que de falar, e principalmente de
manter distância das rodas de fofoca.
Quando abro a boca para
falar mal de alguém, minha energia se canaliza para a mesquinhez, para a
arrogância, para o julgamento frívolo e fútil. Essa energia ruim permanece
dentro de mim, e é com ela que irei me alimentar trabalhar, descansar. E sem
perceber desperdiço minha vitalidade, os dons que recebi de Deus, a
possibilidade de usar a palavra para algo mais assertivo e produtivo.
A vida já é tão complicada,
já nos esforçamos tanto para vencer cada dia… que se não pudermos mandar
energias positivas e bons pensamentos a favor das pessoas, é melhor silenciar.
Silenciar é um gesto de sabedoria, de encontro com o que é realmente importante
e deve ser levado adiante, de retomada do equilíbrio, de regeneração das mágoas
e busca do bem estar.
Ninguém sabe o que o futuro
lhe reserva. E por mais clichê que seja realmente “a vida dá voltas”, e pode
ser que aquilo que você tanto recriminou e condenou na vida alheia, venha
acontecer na sua própria vida.
Adoro a frase de Fernando
Pessoa que diz: “Segue o teu destino, rega as tuas plantas,
ama as tuas rosas. O resto é à sombra de árvores alheias”. Pois
é assim que deve ser. Cuide da sua vida, lide com as suas dificuldades, apare
seus defeitos, aprimore suas qualidades e cure suas mágoas ao invés de ciscar
pela vida alheia, se incomodando com que o outro faz ou deixa de fazer. Limpe
seus olhos antes de falar sobre o cisco nos olhos do outro.
Tanta
coisa a ser feita em nossa casa antes de apontarmos a sujeira na casa do
vizinho! Tantas possibilidades de nos aprimorarmos como seres humanos, como
seres espirituais, praticando a caridade, a generosidade e a compaixão, que não
deveria sobrar tempo para recriminações, julgamentos, hipocrisia e falatórios
em nossa vida. Tudo isso é desorganização, é perda de foco, é se afastar
daquilo que viemos fazer nesse mundo: amar e for amado.
Diariamente somos
bombardeados com ondas de indignação coletiva, e somos tentados a reproduzir
essa raiva, essa indignação, esse ressentimento. Porém, deveríamos nos proteger
dessas mensagens de ódio e segregação. Deveríamos buscar um local de silêncio
dentro de nós mesmos e novamente nos conectarmos com o que é importante, com o
que nos liga a Deus, com o que vai acrescentar algo de bom em nossa vida.
Todos nós temos a necessidade
de sermos ouvidos. De desabafarmos sobre uma relação que não está indo bem ou
sobre um mal estar que nos afetou. Porém, é preciso fazer isso da maneira
correta, abrindo nosso coração para a pessoa certa, que irá nos ouvir com
discrição e cuidado. Isso é diferente de fofocar, de julgar, de espalhar
falatórios sem um pingo de responsabilidade.
Quase tudo na vida pode ser
praticado e virar hábito. Assim como nos condicionamos a falar mal dos outros,
aprendendo com os maus exemplos que tivemos vida afora, podemos recolher nossas
cadeiras da calçada e começar a praticar o simples hábito de calar a boca. De
não entrarmos em brigas alheias botando mais lenha na fogueira; de não cairmos
em tentação murmurando contra os outros pelas costas; de não ocuparmos nosso
precioso tempo nos divertindo com fofocas; de silenciar e só abrir nosso
coração para quem confiamos.
Finalmente há um ditado que
diz: “Não cuspa no prato que você comeu”. Então, antes de difamar alguém que já
te fez feliz, que já foi importante para você, que já teve algum papel na sua
vida, pare e pense. Se em algum momento houve uma parceria, uma conexão, até
mesmo uma troca de favores, não é justo nem digno falar mal. É feio,
deselegante, grosseiro e vulgar. E mesmo que você tenha saído ferido ou prejudicado,
não torne pública a sua mágoa, a sua decepção, a sua raiva ou tristeza. Não
mande indiretas pelas redes sociais e descubra que o silêncio pode ser a melhor
resposta. Aprenda a arte de conviver e constate o quanto é elegante ser
discreto.
Por: Fabíola Simões - Diário Espírita
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