sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Jeito de dormir determina se você acorda com o rosto inchado ou fininho e sem olheira



São os líquidos que circulam por fora das células do organismo, conhecidos como extracelulares, os principais responsáveis por deixar algumas partes do corpo e, principalmente, o rosto inchado ao acordar pela manhã ou após passar muitas horas deitado.
Entenda melhor como o jeito que você dorme influencia nesse processo.
Posição faz rosto inchar durante sono: Em um indivíduo adulto, esses líquidos extracelulares representam 20% de seu peso total, em média. Para ajudar, quando dormimos, há uma retenção natural dos fluídos do nosso corpo já que ele passa algumas horas com o metabolismo e fluxos desacelerados.
É que a posição em que se dorme normalmente na horizontal deixa a musculatura do vaso sanguínea relaxada, o que torna a circulação sanguínea do corpo mais lenta.
O rosto acaba sendo bastante afetado na região das pálpebras, justamente por ser a zona mais vascularizada, o que gera maior retenção de água.
Além disso, na posição horizontal, a distribuição dos líquidos extracelulares acontece de uma maneira mais uniforme por todo o corpo, inclusive na cabeça e, consequentemente, nas pálpebras inferiores e superiores.
No entanto, segundo a dermatologista Vanessa Metz, há pessoas com mais propensão e posições que facilitam a retenção de líquido à noite. Dormir de bruços, por exemplo, contribui para o inchaço já que a pressão do rosto exercida sobre o travesseiro dificulta ainda mais a circulação dos fluidos.
Tire proveito de dormir bem!!!
Por: Jaqueline Rodrigues em Vix



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O PODER DA MENTE DISTRAÍDA



Se você nunca entrou no chuveiro de meias; nunca esqueceu uma panela no fogão; jamais compareceu a um compromisso no dia, horário ou local equivocado; nunca mandou mensagem para a pessoa errada (ai minha Nossa Senhora da Saia Justa!); nunca pagou duas vezes a mesma conta e deixou de pagar outra; jamais trocou o nome do namorado ou namorado; nunca perdeu as chaves do carro, o guarda-chuva ou o celular; jamais sentou na cadeira errada do cinema, com absoluta certeza de que era a certa; nunca pegou o carrinho alheio no supermercado e só foi descobrir algumas voltinhas depois… Chiiiii… Esse texto não é para você. Ou será que é?
A perturbadora verdade, meu incauto leitor, é que mais da metade da população do planeta sofre de distração. E essa é uma excelente notícia! Assim, antes de começar a comemorar o fato de não se enquadrar nessa estatística, saiba que os distraídos são mais criativos, têm mais facilidade a ter empatia pelo outro, são mais flexíveis, leves, amáveis e inteligentes. É… Pois é!
A capacidade de ignorar estímulos sem importância no entorno, configura uma vitória de nossa organização biológica sobre o ambiente. Esse atributo é conhecido como diminuição da inibição latente; e, graças a ele, nossos ancestrais mais dispersos foram capazes de sobreviver a situações perigosas. O fenômeno é explicado por uma lógica bastante simples: caso nosso amigo do passado caminhasse pelos campos tentando absorver atentamente tudo ao seu redor, só perceberia a aproximação do predador quando já fosse tarde demais, posto que permanecesse tensa dada a importância que confere a todos os estímulos. Em contraponto, aqueles que conseguem abstrair ruídos e movimentações irrelevantes, têm a sua atenção atraída quando algo realmente importante desperta seu interesse, foco e capacidade de reação, sendo capazes de tomar decisões mais rápidas e eficientes.
MUITO MAIS CRIATIVOS: Estudos realizados pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Harvard apontam para uma descoberta interessante: a criatividade aparece muito mais desenvolvida naqueles indivíduos que liberam a mente para vagar por aí, alternando essas “viagens” com períodos de pensamento focado e consciente. Essa alternância torna os distraídos mais aptos a resolver problemas, quer sejam reais ou de proposição fictícia. O estudo revela ainda que, esse processo de criação apresenta um sistema cerebral semelhante à ação da neurotransmissora Dopamina, cuja liberação gera impulsos elétricos entre os neurônios e aumenta a atuação das áreas do cérebro responsáveis pela motivação, cognição e memória de trabalho. A pesquisa explica que a Dopamina tende a promover processos cognitivos oriundos da conexão entre ideias, saberes e percepções; além de propiciar a ampliação na interpretação de fatos e conceitos, o que leva a escolhas mais criativas diante de imprevistos e situações inusitadas.
GRANDES SACADAS: Mas caso você não tenha tido a sorte de ser contemplado com uma cabeça que vive nas nuvens, nem tudo está perdido. De acordo com pesquisas realizadas na Universidade British Columbia, no Canadá, há diversas formas de criar um ambiente de pensamento menos engessado para o cérebro.
A Universidade Canadense questiona, por exemplo, a validade da estratégia do Brainstorming, por meio da qual um grupo vai lançando uma chuva de ideias, preocupando-se em manter o foco num assunto determinado, sem a crítica imediata dos participantes sobre elas. De acordo com o estudo, uma ideia rebatida por outra, espontaneamente – pautada em um ponto de vista opositor – eleva o patamar de pensamento de todos os envolvidos na tarefa. Sendo assim, a discussão menos formal e regida por pensamentos mais soltos e instintivos, abririam horizontes para novas interpretações e estabelecimento de relações.
Outras revelações vêm somar-se ao estudo. O uso de folhas de papel azul, por exemplo, facilita o surgimento de “ideias luminosas”, pela associação com a amplitude do céu e do mar, proporcionando à mente o relaxamento necessário às descobertas e associações. A cor vermelha deve ser usada em registros cuja memorização e atenção seja o principal objetivo; no entanto, essa mesma cor inibe o processo criativo, posto que lembre perigo e advertência. Assim como o papel azul, o banho ou atividades livres na água favorecem a ampliação do pensamento, já que o contato do corpo com esse elemento aumenta a quantidade de ondas cerebrais Alfa, ligadas às manifestações cognitivas.

RIR SEM ECONOMIA: Em função de sua postura menos tensa e mais flexível diante da vida, os distraídos costumam, também, rir com mais frequência; são capazes, inclusive, de rir dos próprios erros, o que é altamente indicado para manter a mente relaxada e saudável. Uma boa e gostosa gargalhada libera endorfina, aumenta a frequência cardíaca, reduz a pressão arterial, eleva o fluxo sanguíneo e diminui a tensão muscular, provocando aquela deliciosa sensação de moleza. Enquanto a raiva e a seriedade excessivas aumentam a pressão arterial e os índices de colesterol, promovendo uma maior incidência de problemas cardiovasculares. Sendo assim, ria com gosto! Não economize boas gargalhadas e fuja de testas franzidas e caras emburradas.
Os cientistas John Kounios, da Universidade Drexel, e Mark Beeman, da Universidade Northwestern – as duas nos Estados Unidos – garantem que o riso melhora em até 20% a nossa capacidade de não entrar em pânico diante de situações inesperadas, e aumenta a nossa disposição a realizar tarefas para as quais não nos consideramos muito apta. O riso alivia a tensão e a ansiedade induzidas por situações de perigo e remete a emoções positivas de prazer. Assim, é realmente oportuno dizer que “o riso é um excelente remédio”.
GENTE DO BEM: Caso você seja um distraído e tenha lido o texto até aqui, deve estar se sentindo redimido das tantas vezes em que foi resumido às coisas que perdeu os compromissos que esqueceu ou a tudo que não ouviu porque “vive no mundo da lua”. Nesse caso, trate mesmo de abrir um enorme sorriso e comemorar a sua maneira mais leve de existir nesse mundo. É que além de serem mais criativos, inteligentes e interessantes, os distraídos possuem também uma maior capacidade de ter empatia pelos outros. E isso, pode acreditar, não é pouca coisa! Ter empatia é ser capaz de ir viver um pouquinho dentro do outro, sentir a dor que ele sente o prazer que ele sente o medo, a alegria e a tristeza, sem julgamentos mesquinhos. Os distraídos são assim, não prestam atenção às grandes coisas importantes no mundo dessa gente prática, enérgica e altamente produtiva; mas são capazes de oferecer a sua atenção principalmente àqueles que já tenham se acostumado com a invisibilidade, que só quem é “diferente” é capaz de compreender.
 Por: Ana Macarini em O Segredo

Feliz Quinta-feira!!!


terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

6 hábitos para melhorar a vida sexual



Quer conhecer alguns hábitos para melhorar a vida sexual? Ter uma vida sexual ativa é um dos aspectos que influenciam fortemente o humor, a saúde emocional e o bem-estar físico.
Embora associemos relações sexuais com prazer e reprodução, seus benefícios vão, além disso, e, de fato, podem comprometer as funções de vários sistemas corporais importantes.
Além disso, é importante notar que o sexo é um dos pilares mais importantes dos relacionamentos, não só porque fortalece os laços sentimentais, mas também porque melhora a comunicação e a confiança.
O problema é que às vezes a libido pode diminuir e, uma vez que se reduz o desempenho sexual ou a plenitude não é alcançada, começam a aparecer inconvenientes.
Por esta razão, é importante manter um estilo de vida saudável e colocar em prática alguns hábitos para melhorar a vida sexual.
Em seguida, queremos compartilhar os 6 principais para que você não hesite em torná-los parte de sua vida.
Descubra-os!
Hábitos para melhorar a vida sexual
1. Ter uma dieta saudável: Embora à maioria das pessoas ignore este fato, bons hábitos alimentares influenciam a libido e o desempenho sexual.
2. Gerenciar o estresse: O estresse é um dos principais inimigos da vida sexual, tanto dos homens quanto das mulheres.
O trabalho excessivo, as discussões entre o casal e os problemas financeiros podem afetar o humor e diminuir o desejo sexual.
A falta de controle aumenta a sensação de fadiga física e, embora não percebamos isso, também influencia nos descontroles de alguns hormônios.
Devido a isso, é essencial resolver este problema com terapias de relaxamento, descansando e fazendo atividades prazerosas.
3. Fazer exercícios físicos: Todos aqueles que estão passando por uma crise devem levar em conta os múltiplos benefícios do exercício físico para o campo sexual. Este hábito, que melhora muitos aspectos da saúde física, aumenta a produção de hormônios do bem-estar e, com isso, melhora a libido.
A sua prática diária mantém os hormônios em equilíbrio, tais como a serotonina e endorfinas, ambas associadas à relações sexuais prazerosas.
Eles também ajudam a fortalecer os músculos em todo o corpo e a melhorar o desempenho físico, o que ajuda a alcançar relacionamentos mais duradouros.
Na verdade, essas atividades focadas no fortalecimento do assoalho pélvico podem ajudar em casos de disfunções sexuais, como vaginismo e anorgasmia.
4. Evitar o cigarro: Um grande número de casos de pessoas com problemas na vida sexual tem relação com o hábito de fumar.
As disfunções sexuais, bem como a diminuição da libido, podem ser produzidas pelos efeitos das toxinas contidas no cigarro.
Essas substâncias comprometem a atividade dos hormônios sexuais e, como afetam a circulação, também interferem no funcionamento dos órgãos reprodutores.
5. Evitar relacionamentos tóxicos: O plano emocional é um pilar muito importante no campo sexual e, portanto, ter uma relação tóxica pode nos impedir de atingir a plenitude.
Nos relacionamentos, é necessário sentir confiança, cumplicidade e amor de forma mútua, pois são componentes que levam a um melhor entendimento durante as relações sexuais.
Aqueles que são vítimas de pressão, chantagem ou violência por parte de seu parceiro não apreciam o ato sexual e, de alguma forma, fazem isso obrigados.
É essencial identificar esses comportamentos, pois sua falta de controle pode gerar impactos físicos e emocionais na vítima.
6. Melhorar a informação sexual
É verdade! A educação sexual é fundamental para melhorar a vida sexual em todos os aspectos.
Ela não só nos permite saber como melhorar o ato sexual como tal, mas ajuda a promover o autoconhecimento de nossos corpos e os elementos necessários para atingir a plenitude.
Por outro lado, é um componente essencial para a saúde reprodutiva, pois não só fornece informações sobre a gravidez, mas também ajuda a conhecer as práticas arriscadas e métodos para evitá-las.
Claro, além dos hábitos para melhorar a vida sexual citado aqui, há muitas outras coisas importantes que devem ser consideradas quando algo está errado.
Ter uma boa comunicação com o parceiro e sair da rotina são outros componentes adicionais que também ajudam a melhorar.
Tenham em mente essas recomendações, independentemente de estarem tendo ou não dificuldades em seu relacionamento.
Por: Melhor que Saúde


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Se não puder falar bem de alguém, cale-se!


Se existe algo que tenho aprendido com a idade e com o passar dos anos, é a arte de conviver. E olha que antes de aprender, a gente erra muito, erra feio. Porém, com o tempo e alguns enganos, vamos adquirindo certo tipo de elegância e polidez que vão além da educação. É algo sutil, mas que faz muita diferença, e que começa com a capacidade de ouvir mais do que de falar, e principalmente de manter distância das rodas de fofoca.
Quando abro a boca para falar mal de alguém, minha energia se canaliza para a mesquinhez, para a arrogância, para o julgamento frívolo e fútil. Essa energia ruim permanece dentro de mim, e é com ela que irei me alimentar trabalhar, descansar. E sem perceber desperdiço minha vitalidade, os dons que recebi de Deus, a possibilidade de usar a palavra para algo mais assertivo e produtivo.
A vida já é tão complicada, já nos esforçamos tanto para vencer cada dia… que se não pudermos mandar energias positivas e bons pensamentos a favor das pessoas, é melhor silenciar. Silenciar é um gesto de sabedoria, de encontro com o que é realmente importante e deve ser levado adiante, de retomada do equilíbrio, de regeneração das mágoas e busca do bem estar.
Ninguém sabe o que o futuro lhe reserva. E por mais clichê que seja realmente “a vida dá voltas”, e pode ser que aquilo que você tanto recriminou e condenou na vida alheia, venha acontecer na sua própria vida.
Adoro a frase de Fernando Pessoa que diz: “Segue o teu destino, rega as tuas plantas, ama as tuas rosas. O resto é à sombra de árvores alheias”. Pois é assim que deve ser. Cuide da sua vida, lide com as suas dificuldades, apare seus defeitos, aprimore suas qualidades e cure suas mágoas ao invés de ciscar pela vida alheia, se incomodando com que o outro faz ou deixa de fazer. Limpe seus olhos antes de falar sobre o cisco nos olhos do outro.
Tanta coisa a ser feita em nossa casa antes de apontarmos a sujeira na casa do vizinho! Tantas possibilidades de nos aprimorarmos como seres humanos, como seres espirituais, praticando a caridade, a generosidade e a compaixão, que não deveria sobrar tempo para recriminações, julgamentos, hipocrisia e falatórios em nossa vida. Tudo isso é desorganização, é perda de foco, é se afastar daquilo que viemos fazer nesse mundo: amar e for amado.
Diariamente somos bombardeados com ondas de indignação coletiva, e somos tentados a reproduzir essa raiva, essa indignação, esse ressentimento. Porém, deveríamos nos proteger dessas mensagens de ódio e segregação. Deveríamos buscar um local de silêncio dentro de nós mesmos e novamente nos conectarmos com o que é importante, com o que nos liga a Deus, com o que vai acrescentar algo de bom em nossa vida.
Todos nós temos a necessidade de sermos ouvidos. De desabafarmos sobre uma relação que não está indo bem ou sobre um mal estar que nos afetou. Porém, é preciso fazer isso da maneira correta, abrindo nosso coração para a pessoa certa, que irá nos ouvir com discrição e cuidado. Isso é diferente de fofocar, de julgar, de espalhar falatórios sem um pingo de responsabilidade.
Quase tudo na vida pode ser praticado e virar hábito. Assim como nos condicionamos a falar mal dos outros, aprendendo com os maus exemplos que tivemos vida afora, podemos recolher nossas cadeiras da calçada e começar a praticar o simples hábito de calar a boca. De não entrarmos em brigas alheias botando mais lenha na fogueira; de não cairmos em tentação murmurando contra os outros pelas costas; de não ocuparmos nosso precioso tempo nos divertindo com fofocas; de silenciar e só abrir nosso coração para quem confiamos.
Finalmente há um ditado que diz: “Não cuspa no prato que você comeu”. Então, antes de difamar alguém que já te fez feliz, que já foi importante para você, que já teve algum papel na sua vida, pare e pense. Se em algum momento houve uma parceria, uma conexão, até mesmo uma troca de favores, não é justo nem digno falar mal. É feio, deselegante, grosseiro e vulgar. E mesmo que você tenha saído ferido ou prejudicado, não torne pública a sua mágoa, a sua decepção, a sua raiva ou tristeza. Não mande indiretas pelas redes sociais e descubra que o silêncio pode ser a melhor resposta. Aprenda a arte de conviver e constate o quanto é elegante ser discreto.
Por: Fabíola Simões - Diário Espírita
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Imagem de capa: Andrey Arkusha / Shutterstock



Feliz Quinta-feira!